Head de Performance
a definirGarantir que cada cliente da carteira tenha resultado de verdade — investimento que vira faturamento — governando conteúdo, tráfego e acompanhamento de venda como um funil só, sem depender do Israel no dia a dia.
- Consultoria de conteúdo: direção de ângulo e oferta que alimenta o funil de cada cliente
- Gestão do time de tráfego: distribuição de contas, meta por conta, padrão de campanha, revisão de escala e corte
- Acompanhamento de venda: leitura do funil até o fechamento e cobrança do aproveitamento de lead
- Reunião de resultado com cada cliente — apresenta o número, não delega
- Fechamento mensal de carteira pro Israel: resultado consolidado, churn em risco e plano
| Principal | Apoio 1 | Apoio 2 |
|---|---|---|
| % de contas batendo meta | Retenção da carteira (churn) | Resultado consolidado (ROAS / custo por MQL médio) |
Leitura diária das contas em risco; 1:1 semanal com os gestores + revisão dos criativos da semana; reunião de resultado quinzenal ou mensal com cada cliente; fechamento mensal de carteira pro Israel.
Pensa em faturamento do cliente antes de métrica de vaidade; já geriu mais de uma conta com responsabilidade por meta; lê o funil inteiro, não só o gerenciador; tem pulso pra liderar gestor e firmeza pra cobrar cliente; comunica resultado de um jeito que o cliente entende e confia.
Recebe do Israel a meta da carteira e a entrada de novos clientes; entrega direção de conteúdo e criativo pra Criativo e Copy, meta e padrão de gestão pros gestores, e leitura de resultado pro cliente e pro Israel.
O maior risco é virar gestor de tráfego sênior com nome bonito — afogar no operacional de campanha e largar a governança de conteúdo e a cobrança de venda. A blindagem é a régua de “governa e cobra, não executa cada peça”. Segundo risco: medir só CPL e esquecer a venda — lead barato que não fecha é o lead mais caro que existe.